Cuerpos que profanan: Producciones artísticas y modos de existencia en el Sarau Informal

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DOI:

https://doi.org/10.1590/psicodrama.v34.816

Palabras clave:

Sarau, Universidad, Género, Procesos grupales, Profanación

Resumen

Este artículo analiza las relaciones entre las producciones artísticas del Sarau Informal, dispositivo estético creado en una universidad, las lógicas de la institución y la producción de modos de existencia corporal. Constituye un recorte de una investigación-intervención cartográfica, cuyo corpus reúne producciones difundidas públicamente en redes sociales, tratadas como documentos de dominio público. Se movilizan las nociones de dispositivo, profanación, corpografía y procesos grupales para seguir cómo el Sarau desactiva usos capturados del espacio universitario y restituye otras posibilidades al cuerpo. El análisis de tres producciones muestra un dispositivo que se hace en lo colectivo, un cuerpo que encarna la palabra y la emergencia de la voz en un cuerpo silenciado en tanto mujer. Se concluye que el Sarau tensiona la lógica disciplinaria de la universidad, articulando género, sexualidad y grupalidad.

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Publicado

2026-10-13

Cómo citar

Cardoso, J. M., & Zanella, A. V. (2026). Cuerpos que profanan: Producciones artísticas y modos de existencia en el Sarau Informal. Revista Brasileira De Psicodrama, 34. https://doi.org/10.1590/psicodrama.v34.816

Número

Sección

Dossier Temático: Cuerpos que habitan mundos o mundos que habitan cuerpos: Procesos grupales, géneros y sexualidades