Mutilación y desbinarización de brujas: menstruación como práctica colectiva

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.1590/psicodrama.v34.807

Palabras clave:

Personas con discapacidad, Personas trans, Feminismo, No binariedad, Psicodrama

Resumen

Este artículo propone una reflexión teórico-crítica sobre el psicodrama, en conjunción con la Teoría Crip, los estudios transfeministas y las perspectivas críticas sobre la raza y la discapacidad, con el objetivo de cuestionar las concepciones hegemónicas de la grupalidad sustentadas en ideales de autonomía individual, participación plena y capacidad corporal y mental obligatoria. Tomamos la experiencia menstrual como punto de análisis, ya que entendemos que esta pone de manifiesto las formas en que los grupos organizan el cuidado y generan reconocimiento. A partir de este cambio de perspectiva, cuestionamos cómo tales concepciones generan exclusiones e invisibilizaciones, abriendo un espacio para descolonizar el imaginario en torno a los procesos grupales mediante la valorización de las prácticas de interdependencia y cuidado, reposicionando al grupo como campo de producción colectiva de la vida.

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Publicado

2026-10-08

Cómo citar

Vomero, L. de S. Z., Matos, V. P. O., & Gesser, M. (2026). Mutilación y desbinarización de brujas: menstruación como práctica colectiva. Revista Brasileira De Psicodrama, 34. https://doi.org/10.1590/psicodrama.v34.807

Número

Sección

Dossier Temático: Cuerpos que habitan mundos o mundos que habitan cuerpos: Procesos grupales, géneros y sexualidades