Escenas clínicas cuir y dirección psicodramática sucia

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DOI:

https://doi.org/10.1590/psicodrama.v34.791_esp

Palabras clave:

Psicodrama, Cuerpos cuir, Cisheteronormatividad, Clínica

Resumen

Este artículo presenta una revisión crítica teórico-conceptual que articula las contribuciones del psicodrama, de los estudios decoloniales y de las teorías de género para discutir desplazamientos ético-metodológicos en la dirección psicodramática de escenas clínicas bipersonales y grupales. Se sostiene que el psicodrama constituye una herencia ambivalente: ofrece recursos para desnaturalizar roles y ampliar mundos, pero también puede reproducir universalismos coloniales, cisheteronormativos, racistas y capacitistas. Los cuerpos cuir y las cisheteronormatividades cotidianas se comprenden como fuerzas organizadoras de las escenas. La noción de escenas-escenario permite analizar cómo las experiencias singulares condensan normas, relaciones de poder y distribuciones de protagonismo. Finalmente, se propone una dirección psicodramática sucia, implicada en la escucha de los vínculos, las normas, los cuerpos y los mundos.

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Publicado

2026-10-08

Cómo citar

Pimenta, T. J. (2026). Escenas clínicas cuir y dirección psicodramática sucia. Revista Brasileira De Psicodrama, 34. https://doi.org/10.1590/psicodrama.v34.791_esp

Número

Sección

Dossier Temático: Cuerpos que habitan mundos o mundos que habitan cuerpos: Procesos grupales, géneros y sexualidades